quinta-feira, 4 de dezembro de 2008


Ela nunca soube estabelecer uma relação com os outros. Quando era criança, estava sempre só... Numa tarde de um dia claro de julho, enquanto nas praias, os turistas se divertem sem se preocuparem com outros dias de sol, em Paris, pessoas atormentadas com o calor contemplam os primeiros fogos de artíficio tradicionais. Amélie Poulain, a quem chamamos madrinha dos esquecidos, ou Madona dos mal amados, sucumbe ao seu cansaço extremo. Pelas janelas de uma Paris atormentada de dor, milhões de anônimos em luto acompanham o cortejo e expressam em silêncio a dor imensa de se sentirem órfãos. Destino estranho esse, de uma moça privada de si mesma, mas tão sensível aos encantos discretos das coisas simples da vida... Como Dom Quixote, ela resolveu atacar o implacável moínho das aflições humanas... Batalha já perdida que consumou prematuramente sua vida. Com 23 anos apenas, Amélie Poulain, exausta, deixou sua curta existência definhar de remorço com os problemas do universo. Mas foi aí que lhe ocorreu a dor lancinante de ter deixado morrer seu pai, sem nunca ter tentado dar a esse homem asfixiado o sopro de ar que ela conseguiu dar a tantos outros.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

 O Teatro Magico - 22-11


Eu sinto que sei que sou um tanto bem maior.

sábado, 22 de novembro de 2008

Então nós deveríamos ceder nossas jóias ao mar, pois diamantes parecem ser apenas cacos de vidro para mim.

' Panic at the disco

quinta-feira, 20 de novembro de 2008


Antes de eu fugir, eu preciso de umas férias. Talvez isso venha do nada... Eu preciso de um novo lugar; Eu tenho que começar uma nova jornada, eu tenho que ver novos rostos, eu preciso de umas férias.


Pra onde quer que ela fosse, o levaria com ela. Onde quer que ela estivesse, teria ele por perto. O que quer que ela fizesse, faria pensando nele. Já não é importante o que os outros querem dela, suas férias não terão o menor sentido se ele não estiver junto. Ela só quer ele, só ama ele. Tudo que ela vê é ele. E quando todos perguntam o por quê disso tudo, a única resposta dela é: "Tudo que faço, faço por ele." Ela é linda, bela e torta. Mas ele a ama... Isso explica tanto amor. Isso não explica nada... Isso é tão confuso.

All of the wasted time, the hours that were left behind, the answers that we'll never find... They don't mean a thing tonight.

terça-feira, 18 de novembro de 2008


Harold Mark Christopher Judd ♥


Mr. Harry Judd; nao me bastam os cinco sentidos para perceber tudo o que você tem de bom. Mesmo você não me vendo eu estarei de olhando, mesmo não te sentindo eu estarei te tocando e por onde você estiver passando eu estarei te seguindo porque o meu amor e tudo o que eu sinto por você é alem da gravidade e da percepção. Não consigo parar de me encantar quando vejo você tocando ou leio uma noticia sua ou te vejo em
meus sonhos. Cada dia que passa eu te amo mais e esse sentimento só tende a crescer. Todos os dias eu peço a que os nossos caminhos se cruzam nem que seja por um minuto, só o tempo necessário para eu dizer: eu amo você. ♥

' Créditos: ultraviolet. mcflyrock. I

sábado, 15 de novembro de 2008


Hoje eu quero a rua cheia de sorrisos francos, de rostos serenos, de palavras soltas. Eu quero a rua toda parecendo louca, com gente gritando e se abraçando ao sol... Hoje eu quero ver a bola da criança livre, quero ver os sonhos todos nas janelas, quero ver vocês andando por aí. Hoje eu vou pedir desculpas pelo que eu não disse, eu até desculpo o que você falou... Eu quero ver meu coração no seu sorriso e, no olho da tarde, a primeira luz. Hoje eu quero que os boêmios gritem bem mais alto, eu quero um carnaval no engarrafamento... E que dez mil estrelas vão riscando o céu, buscando a sua casa no amanhecer. Hoje eu vou fazer barulho pela madrugada, rasgar a noite escura como um lampião, eu vou fazer seresta na sua calçada, eu vou fazer misérias no seu coração. Hoje eu quero que os poetas dancem pela rua pra escrever a música sem pretensão, eu quero que as buzinas toquem flauta-doce, e que triunfe a força da imaginação.

' Oswaldo Montenegro

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Cadê o seu sorriso no seu rosto tão carente?
Cadê a minha voz dizendo que agente era pra sempre?
Cadê as tardes de domingo junto com você?
Cadê você pedindo pra ouvir eu te dizer...
“Que era linda, que era minha, cadê o amor que um dia eu deixei morrer?”

' Carbono 14